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sexta-feira, 8 de abril de 2011

OAB-RJ quer nova discussão sobre lei do desarmamento após tragédia em Escola

Rio de Janeiro, 07/04/2011 - O presidente da OAB do Rio de Janeiro (OAB-RJ), Wadih Damous, esteve hoje pela manhã na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, para manifestar a sua solidariedade e de toda a instituição às famílias dos alunos brutalmente assassinados por um psicopata, aos diretores do estabelecimento de ensino e aos professores. Segundo Damous, foi uma tragédia sem precedentes na história do país. "Um psicopata invadiu a Escola, fortemente armado, escolheu uma sala de aula e fuzilou todos aqueles que encontrou pela frente".

Ao deixar o interior da Escola Tasso da Silveira, o presidente da OAB-RJ afirmou, durante entrevista, que o triste episódio, forçosamente , vai nos leva a refletir e, sem dúvida, vai levar à reflexão das autoridades estaduais e municipais do Rio de Janeiro, sobre a necessidade de se intensificar a segurança nas Escolas. "O psicopata - repito que foi um ato inusitado - entrou livremente na Escola, não encontrando qualquer obstáculo par a sua ação criminosa". A tragédia não foi maior porque um sargento da Polícia Militar, avisado pelos professores, entrou no estabelecimento e atirou no assassino.

Wadih Damous afirmou ainda que, em outra reflexão que episódios lamentáveis como este nos leva a fazer também, é a atitude da sociedade brasileira em relação à lei do desarmamento. "A sociedade repudiou a lei. Esse psicopata sabia atirar, segundo os relatos e estava fortemente armado. Então, existe ainda a facilidade no Brasil de se andar ilegalmente com arma. Infelizmente, a lei do desarmamento quando foi levado a plebiscito foi repudiada pela maioria da população brasileira. Esta é outra reflexão que a sociedade deve fazer também após esse brutal assassinado em série de crianças dentro de uma Escola"

quinta-feira, 7 de abril de 2011

MASSACRE NO RIO

Hoje o Brasil acordou mais triste...mais uma vez com sentimento de impotência diante de tanta barbaridade...cenas de filme de terror...cenas inimagináveis...como mãe posso sentir a dor das mães destas inocentes crianças que repentinamente foram impedidas de viver seus mais humildes sonhos.
Ao ligar a TV tomei um susto com as noticias desta tragédia que parou o país, por um momento tive a sensação de que era um pesadelo do qual eu não conseguia me acordar.
De repente me veio a mente que o dia de hoje é o dia dedicado a saúde e me perguntei? Como assim? Justo nesse dia um louco está matando?
É também o dia de hoje o dia do Médico legista, do jornalismo. Seria coincidências?
O dia de hoje nunca esteve tão bem representado pelos homenageados do dia, que se uniram para amenizar, aplacar e salvar vidas.
Coincidência ou não é que um facínora conseguiu com este ato de selvageria reunir todos estes profissionais em uma unica cena. Isso mesmo meus amigos cenas de verdadeiro terror vivenciadas pelo mundo através dos tele jornais.
Apesar de tanta violência que assola nosso pais nunca em tempo algum vivenciamos uma tragédia dessa proporção contra nossas crianças. Assistimos pela televisão a esse tipo de tragédia em outros países. O sentimento foi exatamente aquele de que acontece com os outros com a gente, não e ai vem aquela sensação que, ninguém está livre dos loucos, assassinos, psicopatas, sociopatas, seja lá qual for o nome que possa qualificar atitudes como esta.
Como sempre, o sentimento é de uma profunda tristeza, mas, também de fé e esperança em que um dia possamos apenas nos lembrar de episódios dessa natureza com a segurança que não mais se repetirá.
Aproveito novamente para parabenizar a todos que se uniram solidariamente, sejam profissionais, pais, professores, vizinhos ou voluntários no sentido de socorrer as vítimas dessa tragédia.
Que Deus em sua infinita misericórdia acolha em seus braços todas os anjos que foram para seu lado, alivie as dores e cure os que estão feridos, inocentes vítimas desse massacre promovido por este inconseqüente rapaz, e por outro lado possa confortar os pais e parentes em sua dor, aos quais foram privados desse convívio.