"Aquele cuja fronte não é iluminada pela estrela de um grande ideal é semelhante ao peixe morto levado pela impetuosidade das ondas." (Autor desconhecido).
Obs* se alguém conhece a autoria, por favor, me informe para que eu possa lhe atribuir os devidos créditos.
Este Blog está direcionado a todos que amam a vida, o novo, as mudanças, o crescimento, o espiritual, o desenvolvimento e novos desafios!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Salmo 23
O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos,
guia-me mansamente às águas tranquilas;
Refrigera a minha alma,
guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome,
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte
não temeria mal algum, porque tu estás comigo,
a tua vara e o teu cajado me consolam;
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos,
unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda;
Certamente que a bondade e a misericórdia
me seguirão todos os dias de minha vida,
e habitarei na casa do Senhor por longos dias.
Amém.
Deitar-me faz em verdes pastos,
guia-me mansamente às águas tranquilas;
Refrigera a minha alma,
guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome,
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte
não temeria mal algum, porque tu estás comigo,
a tua vara e o teu cajado me consolam;
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos,
unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda;
Certamente que a bondade e a misericórdia
me seguirão todos os dias de minha vida,
e habitarei na casa do Senhor por longos dias.
Amém.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
AGRADECIMENTOS (Monografia)
Agradeço a Deus que plantou em mim um sonho que hoje se materializa.
Aos meus pais que foram o instrumento para concretizar o precioso dom que recebi do universo: “a vida”.
Ao meu amado esposo Daniel, pelo carinho, dedicação, paciência e incentivo.
Às minhas três pérolas: Ana Carolina, Ana Cláudia e Ana Clara, por compreender minhas ausências e omissões.
Á minha sogra Marta, pelo incentivo, fazendo-me acreditar que “eu poderia”.
Ao Dr. Luis Cláudio da Silva Chaves, pela sugestão desse tema apaixonante.
Ao Dr. Roberto Lins Marques pela atenção e generosidade ao disponibilizar-me parte do material que contribuiu na concretização deste trabalho.
A todos os amigos e familiares que compartilharam da minha caminhada e àqueles que mesmo distantes torceram por mim.
Aos colegas de faculdade, não só pelo fato de conviver por cinco anos, mas, principalmente pelo fato de terem cruzado meu caminho, e, em especial às colegas Carla e Cristina.
À professora Mônica Cecílio Rodrigues por seu carinho e empenho na realização do meu trabalho e a Professora Maysa Batista Barbosa pela dedicação.
A todos os professores que dedicaram seu tempo e sua sabedoria para que minha formação acadêmica fosse um aprendizado de vida, especialmente: Jussara, Rossana, José Humberto, Paulo Delladonna, Carlos Eduardo, Glays Marcel, Murillo, Maria Heliodora, Líbero, José Figueiredo, André, Orlando e Heleno.
Finalmente, a todos que fizeram parte desta longa e salutar jornada, os meus mais sinceros agradecimentos, que Deus em sua infinita misericórdia derrame suas bênçãos, como raios de luz sobre todos. Muito obrigada.
Aos meus pais que foram o instrumento para concretizar o precioso dom que recebi do universo: “a vida”.
Ao meu amado esposo Daniel, pelo carinho, dedicação, paciência e incentivo.
Às minhas três pérolas: Ana Carolina, Ana Cláudia e Ana Clara, por compreender minhas ausências e omissões.
Á minha sogra Marta, pelo incentivo, fazendo-me acreditar que “eu poderia”.
Ao Dr. Luis Cláudio da Silva Chaves, pela sugestão desse tema apaixonante.
Ao Dr. Roberto Lins Marques pela atenção e generosidade ao disponibilizar-me parte do material que contribuiu na concretização deste trabalho.
A todos os amigos e familiares que compartilharam da minha caminhada e àqueles que mesmo distantes torceram por mim.
Aos colegas de faculdade, não só pelo fato de conviver por cinco anos, mas, principalmente pelo fato de terem cruzado meu caminho, e, em especial às colegas Carla e Cristina.
À professora Mônica Cecílio Rodrigues por seu carinho e empenho na realização do meu trabalho e a Professora Maysa Batista Barbosa pela dedicação.
A todos os professores que dedicaram seu tempo e sua sabedoria para que minha formação acadêmica fosse um aprendizado de vida, especialmente: Jussara, Rossana, José Humberto, Paulo Delladonna, Carlos Eduardo, Glays Marcel, Murillo, Maria Heliodora, Líbero, José Figueiredo, André, Orlando e Heleno.
Finalmente, a todos que fizeram parte desta longa e salutar jornada, os meus mais sinceros agradecimentos, que Deus em sua infinita misericórdia derrame suas bênçãos, como raios de luz sobre todos. Muito obrigada.
IBDFAM - PARABENIZAÇÃO -
Cara Dra. Edma
Tentamos incluir o comentário seguinte em seu blog, mas não obtivemos êxito.
Assim, o repassamos para seu conhecimento.
"É com imensa satisfação que me deparo com este blog da festejada jurista Dra. Edma Catarina, estudiosa que sempre demonstrou ímpar preocupação pelos estudos do Direitos das Famílias nos eventos do IBDFAM/Uberaba.
Ao se propor a estudar o tão danoso tema da "Alienação Parental", certamente esta pesquisadora foi tocada pela necessidade de se combater as tentativas - muitas vezes escondidas no inconsciente do genitor alienador - de destruição de vínculos afetivos que unem pais e filhos, motivadas por sentimentos desvirtuados das mais variadas espécies.
Afinal, o Direito das Famílias atual se fulcra precipuamente na preservação do afeto, de forma que qualquer "ataque" a este bem jurídico torna-se um ataque a todo este campo do saber.
Mas a matéria não é pacífica e a própria figura da "Síndrome da Alienação Parental" é sujeita a diversos debates, especialmente pelo fato de tal Síndrome não ter sido submetida, por seu criador (Richard Garner), aos trâmites usuais de avaliação científica pela comunidade psicológica internacional, não obstante sua rápida aceitação mundial.
Sem mais para o momento, peço licença para parabenizar, mais uma vez, a incansável Dra. Edma Catarina em sua luta por um estudo verticalizado do Direito das Famílias, já informando que seremos aprendizes neste blog, no qual particularmente - se me for permitido - contribuirei sempre que meus singelos conhecimentos permitirem.
Roberto Lins Marques
Presidente do IBDFAM/Uberaba"
Tentamos incluir o comentário seguinte em seu blog, mas não obtivemos êxito.
Assim, o repassamos para seu conhecimento.
"É com imensa satisfação que me deparo com este blog da festejada jurista Dra. Edma Catarina, estudiosa que sempre demonstrou ímpar preocupação pelos estudos do Direitos das Famílias nos eventos do IBDFAM/Uberaba.
Ao se propor a estudar o tão danoso tema da "Alienação Parental", certamente esta pesquisadora foi tocada pela necessidade de se combater as tentativas - muitas vezes escondidas no inconsciente do genitor alienador - de destruição de vínculos afetivos que unem pais e filhos, motivadas por sentimentos desvirtuados das mais variadas espécies.
Afinal, o Direito das Famílias atual se fulcra precipuamente na preservação do afeto, de forma que qualquer "ataque" a este bem jurídico torna-se um ataque a todo este campo do saber.
Mas a matéria não é pacífica e a própria figura da "Síndrome da Alienação Parental" é sujeita a diversos debates, especialmente pelo fato de tal Síndrome não ter sido submetida, por seu criador (Richard Garner), aos trâmites usuais de avaliação científica pela comunidade psicológica internacional, não obstante sua rápida aceitação mundial.
Sem mais para o momento, peço licença para parabenizar, mais uma vez, a incansável Dra. Edma Catarina em sua luta por um estudo verticalizado do Direito das Famílias, já informando que seremos aprendizes neste blog, no qual particularmente - se me for permitido - contribuirei sempre que meus singelos conhecimentos permitirem.
Roberto Lins Marques
Presidente do IBDFAM/Uberaba"
domingo, 30 de janeiro de 2011
SÍNDROME DA ALIENAÇÃO PARENTAL
A Síndrome da Alienação Parental (SAP) é um distúrbio ocasionado pelo condicionamento do genitor guardião ou daquele que é detentor da guarda de uma determinada criança em face do outro genitor, geralmente quando há disputa de custódia. Esse condicionamento é o resultado da combinação das instruções de um genitor, ou seja, (o outro) geralmente aquele que detém a guarda faz a “lavagem cerebral, programação, doutrinação”, que, inevitavelmente, contribuirá para que criança passe a caluniar o genitor-alvo. (DIAS, 2007). Com muita propriedade, a ilustre Mestra em Direito de Família esclarece:
A Síndrome da Alienação Parental é um transtorno psicológico que se caracteriza por um conjunto de sintomas pelos quais um genitor, denominado cônjuge alienador transforma a consciência de seus filhos, mediante diferentes formas e estratégias de atuação, com o objetivo de impedir, obstaculizar ou destruir seus vínculos com o outro genitor, denominado cônjuge alienado, sem que existam motivos reais que justifiquem essa condição. Em outras palavras consiste num processo de programar uma criança para que odeie um de seus genitores sem justificativa, de modo que a própria criança ingressa na trajetória de desmoralização desse mesmo genitor. (DIAS, 2007, p.102).
Conceito de Richard Allan Gardner
A Síndrome de Alienação Parental (SAP) é um distúrbio da infância que aparece quase exclusivamente no contexto de disputas de custódia de crianças. Sua manifestação preliminar é a campanha denegritória contra um dos genitores, uma campanha feita pela própria criança e que não tenha nenhuma justificação. Resulta da combinação das instruções de um genitor (o que faz a “lavagem cerebral, programação, doutrinação”) e contribuições da própria criança para caluniar o genitor-alvo. Quando o abuso e/ou a negligência parentais verdadeiros estão presentes, a animosidade da criança pode ser justificada, e assim a explicação de Síndrome de Alienação Parental para a hostilidade da criança não é aplicável. (Rita Rafaeli - Síndrome da Alienação Parental - Disponível em - Acesso em 01/11/2010
A Síndrome da Alienação Parental é um transtorno psicológico que se caracteriza por um conjunto de sintomas pelos quais um genitor, denominado cônjuge alienador transforma a consciência de seus filhos, mediante diferentes formas e estratégias de atuação, com o objetivo de impedir, obstaculizar ou destruir seus vínculos com o outro genitor, denominado cônjuge alienado, sem que existam motivos reais que justifiquem essa condição. Em outras palavras consiste num processo de programar uma criança para que odeie um de seus genitores sem justificativa, de modo que a própria criança ingressa na trajetória de desmoralização desse mesmo genitor. (DIAS, 2007, p.102).
Conceito de Richard Allan Gardner
A Síndrome de Alienação Parental (SAP) é um distúrbio da infância que aparece quase exclusivamente no contexto de disputas de custódia de crianças. Sua manifestação preliminar é a campanha denegritória contra um dos genitores, uma campanha feita pela própria criança e que não tenha nenhuma justificação. Resulta da combinação das instruções de um genitor (o que faz a “lavagem cerebral, programação, doutrinação”) e contribuições da própria criança para caluniar o genitor-alvo. Quando o abuso e/ou a negligência parentais verdadeiros estão presentes, a animosidade da criança pode ser justificada, e assim a explicação de Síndrome de Alienação Parental para a hostilidade da criança não é aplicável. (Rita Rafaeli - Síndrome da Alienação Parental - Disponível em
O RETORNO
É com muita alegria que estou de volta...
depois de longo tempo em silêncio, retorno com vigor renovado...o silêncio me incomodava. Afinal criei esse blog com tanto carinho e o fato de não ter tempo para escrever me deixava muito triste. Desde a minha ultima postagem, devo admitir que foi até certo ponto complicado, mas, por outro lado foi gratificante terminar a faculdade que era um sonho acalentado por muitos anos. Por essa razão dediquei-me na concretização deste sonho, foram noites e noites escrevendo e rescrevendo minha Monografia a qual versou sobre "Síndrome da Alienação Parental". Este tema me fascinou deveras, em breve pretendo postar aqui, partes desse precioso trabalho, que particularmente destaco como sendo de grande importância para conhecimento da sociedade.
depois de longo tempo em silêncio, retorno com vigor renovado...o silêncio me incomodava. Afinal criei esse blog com tanto carinho e o fato de não ter tempo para escrever me deixava muito triste. Desde a minha ultima postagem, devo admitir que foi até certo ponto complicado, mas, por outro lado foi gratificante terminar a faculdade que era um sonho acalentado por muitos anos. Por essa razão dediquei-me na concretização deste sonho, foram noites e noites escrevendo e rescrevendo minha Monografia a qual versou sobre "Síndrome da Alienação Parental". Este tema me fascinou deveras, em breve pretendo postar aqui, partes desse precioso trabalho, que particularmente destaco como sendo de grande importância para conhecimento da sociedade.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Bulling
Bullying - é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.
São características de Bullyng:
Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que um deficiente em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular. Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas. É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:
"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."
O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullying frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.
Tipos de bullying
Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:
-Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
-Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
-Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
-Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
-Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
-Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
-Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
-Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
-Isolamento social da vítima.
-Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
-Chantagem.
-Expressões ameaçadoras.
-Grafitagem depreciativa.
-Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
-Fazer que a vitima passe vergonha na frente de varias pessoas
Locais de bullyng
O bullying pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.
Alcunhas ou apelidos
Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma orelha grande ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).
Informação extraida de Wikipédia.org/wiki/Bullying
São características de Bullyng:
Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que um deficiente em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular. Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas. É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:
"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."
O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullying frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.
Tipos de bullying
Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:
-Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
-Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
-Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
-Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
-Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
-Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
-Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
-Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
-Isolamento social da vítima.
-Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
-Chantagem.
-Expressões ameaçadoras.
-Grafitagem depreciativa.
-Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
-Fazer que a vitima passe vergonha na frente de varias pessoas
Locais de bullyng
O bullying pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.
Alcunhas ou apelidos
Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma orelha grande ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).
Informação extraida de Wikipédia.org/wiki/Bullying
segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Para refletir
"Jamais peça para alguém ama´-lo. Jamais peça para alguém admirá-lo ou reconhecer seu valor. Amor, admiração, bem como respeito, são construídos, sem pressão, no solo insubstituível da liberdade.Encante as pessoas que o rodeiam, surpreendas-as com atitudes inesperadas, diga palavras que nunca expressou. Amor e admiração são frutos espontâneos das janelas mais íntimas que construirmos na mente dos outros". (By Augusto Cury)
"Jamais peça para alguém ama´-lo. Jamais peça para alguém admirá-lo ou reconhecer seu valor. Amor, admiração, bem como respeito, são construídos, sem pressão, no solo insubstituível da liberdade.Encante as pessoas que o rodeiam, surpreendas-as com atitudes inesperadas, diga palavras que nunca expressou. Amor e admiração são frutos espontâneos das janelas mais íntimas que construirmos na mente dos outros". (By Augusto Cury)
Assinar:
Postagens (Atom)